
Escrever por escrever. Escrever porque há um sentido.
Escrever só porque é necessário escrever aqui todas as amarguras e para que, em seguida, me levante do chão e contemple infinito o céu.
Se não é preciso que a poesia seja verso, então não é preciso mais para que todas as regras se quebrem.
Mas muitas ficam de fora das palavras... a verdadeira essência do que queremos dizer é tão dura que a prosa é infinitamente pequena para as albergar e a poesia, infinitamente grande para a conter.
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